terça-feira, 28 de novembro de 2017

Flamengo viaja para a Colômbia com três goleiros, mas tem desfalques


O primeiro é o favorito para ser titular no duelo contra o time local, já que o segundo falhou feio na derrota para o Santos, pelo Brasileiro. 
O Rubro-Negro não contará com o meia Everton e o zagueiro Rafael Vaz neste jogo na Colômbia. O camisa 22, que já estava fora de combate, continuou sentindo dores na coxa esquerda e foi submetido a uma ressonância para averiguar a situação. Uma pequena lesão foi constatada. 
Por isso, ele seguirá fazendo tratamento no centro de treinamento. Já o defensor não viajou por causa de dores musculares e também ficará no CT. Além deles, o técnico Reinaldo Rueda já não contava com Guerrero, suspenso, Berrío e Diego Alves, entregues ao departamento médico.
Para a vaga de Everton, Rueda pode escalar Vinicius Júnior, Mancuello ou Geuvânio. Vaz, porém, é reserva, e não chega a ser uma grande perda neste momento em que o treinador conta com Réver e Juan de titulares, além de Rhodolfo no banco.
Fonte: Lance

"Vestido inspirado em neutrinos", explica estilista Glória Coelho


Ainda não foi desta vez que o Brasil quebrou o jejum de 49 anos sem eleger uma Miss Universo (a última foi a baiana Martha Vasconcellos, em 1968). Monalysa Alcântara, de 18 anos, não ficou entre as cinco finalistas e muita gente achou que o “culpado” pela não classificação foi o traje de gala usado pela brasileira.
Para muitos torcedores, o problema da piauiense não foram duas polegadas a mais no quadril (que tiraram de Martha Rocha o título em 1954). Mas, sim, o vestido vermelho confeccionado pela estilista Glória Coelho, feito com quase 6 mil bolinhas de vários tamanhos e 5 mil cristais Swarovski, que levou praticamente um mês para ser bordado. “O vestido foi inspirado nos neutrinos, que são uma matéria subatômica que interage com outras partículas por meio da gravidade e da força nuclear, e são mais leves que os nêutrons, e existem em abundância no universo”, explica Glória.
A estilista não quis entrar na polêmica das redes sociais e afirmou que os sites e revistas especializados entenderam a proposta: “Acho que ‘gosto não se discute’. Cada um tem o direito de gostar ou näo. Fiquei superfeliz com o resultado do vestido assim como a própria miss e todos os sites de moda que entendem o meu trabalho. Desenhei um vestido para uma mulher moderna e elegante que não precisa usar mil decotes e fendas para se expressar”.
Os internautas, no entanto, não perdoaram. “Você acabou com o sonho da brasileira no miss com esse vestido terrível. Não mostrou nada de sensualidade e as curvas que Monalysa tinha. A menina estava tensa e parecia em uma burca”, “Que vestido horroroso da Miss Brasil moça, acabou com o sonho de ver Monalysa com a coroa”, “ Sua fantasia de glóbulos vermelhos tombou nossa Miss, onde já se viu fazer vestido com exagero de pano na parte da frente para uma moça que vai desfilar”, “O vestido não favoreceu, não deu movimento, ela ficou empacotada”, “Até minha irmã que sabe desenhar roupas fazia um vestido melhor”, “Você estava belíssima mas o traje de gala não foi digno de sua beleza”, “O vestido com certeza tinha que ter uma fenda, um decote. Seu corpo sumiu nele, torci muito mas o vestido não ajudou”, foram alguns dos comentários recebidos.
Fonte: Extra


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Festa de Formatura e Desfile Garota e Garoto + Mais Cidadania 2017


sábado, 29 de abril de 2017

Venezuela No ano passado, o país se tornou número um no ranking dos países com maiores reservas


Petroleira venezuelana foi estatizada no governo de Hugo Chávez / Divulgação

O que está em disputa na Venezuela, e que os grandes meios de comunicação tentam esconder, é o petróleo. Segundo o relatório anual da Opep, organização que reúne os países exportadores de petróleo, divulgado em setembro do ano passado, a Venezuela ultrapassou a Arábia Saudita em volume de reservas de petróleo cru. Com 296,5 bilhões de barris em seu solo, a Venezuela torna-se o número um no ranking dos países com maiores reservas de petróleo.
Desde que o petróleo foi descoberto na Venezuela no início do século 20, os Estados Unidos sempre mantiveram seus interesses assegurados pelos governos que se sucediam no país.
Com a eleição de Hugo Chávez, em 1999, isso mudou. A PDVSA, que é a maior petroleira do país, voltou para as mãos do Estado, mas não demorou muito para os Estados Unidos, articulados com os setores industriais, a Igreja Católica, a mídia e parte das Forças Armadas darem um golpe em 2002. Mas logo depois o povo mobilizado  reinstaurou o governo constitucional com Chávez de volta.
Desde então, seguem-se as tentativas da direita golpista de recuperar o poder  com o apoio dos Estados Unidos.
Chávez resistiu pela sua capacidade de liderança, tanto em setores civis quanto militar, e pelo apoio de uma América Latina com governos progressistas e anti-imperialistas e também favorecido pela economia petroleira onde o barril de petróleo chegou a US$ 150.
Hoje, o presidente Nicolás Maduro enfrenta mais dificuldades, pois com a crise o barril  de petróleo chegou a US$ 40, portanto muito reduzido e isso diminuiu a capacidade de investimento em setores sociais. E também, se olhamos a conjuntura latino-americana, não há mais governos fortes aliados, como era o caso do Brasil e da Argentina. Porém enganam-se aqueles que pensam que há uma derrota. Há um povo em luta, conscientes de que o retorno da direita significa a retirada de seus direitos e a entrega das riquezas do país para as grandes corporações estrangeiras.
*Joaquin Piñero é da coordenação nacional do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, e da Alba Movimentos, Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América

Edição: Brasil de Fato

Grupo de intelectuais lança manifesto em defesa do desenvolvimento - Liderado por Luiz Carlos Bresser Pereira, grupo defende mudanças na política econômica

Brasil de Fato | São Paulo (SP)
,
Intelectuais e artistas se reúnem na Faculdade Largo São Francisco para lançamento de manifesto / Paula Masulk/ Centro Acadêmico XI de Agosto
Um grupo de intelectuais liderado pelo economista Luiz Carlos Bresser Pereira lançou na noite desta quinta-feira (27) um documento propondo uma série de medidas consideras necessárias para a retomada do desenvolvimento econômico. Batizado como “Manifesto Projeto Brasil Nação”, o texto foi divulgado na Sala dos Estudantes na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Originalmente, o documento foi assinado por personalidades como Raduan Nassar, Chico Buarque, Ermínia Maricato, Paulo Sérgio Pinheiro, Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura, Luiz Gonzaga Beluzzo, André Singer e João Pedro Stedile.
“O Brasil vive uma crise sem precedentes. A indústria definha. Programas e direitos sociais estão ameaçados. A desigualdade volta a aumentar, após um período de ascensão dos mais pobres. No conjunto, são as ideias de nação e da solidariedade nacional que estão em jogo”, diz o manifesto.
Qualificando o atual governo como “reacionário”, além de “antipopular e antinacional”, que leva à “dependência colonial e ao empobrecimento dos cidadãos”, o texto diz também que a atual agenda econômica atende aos interesses de “uma coalizão de classes financeiro rentista”.
A proposta, em defesa de um “regime desenvolvimentista e social”, elenca cinco pontos fundamentais para a retomada do desenvolvimento nacional: uma regra fiscal que permita uma atuação contracíclica do Estado, taxa de juros mais baixa, superávit na conta corrente do balanço de pagamentos, retomada do investimento público e reforma tributária progressiva.
Evento
Além de parte dos signatários originais do documento, o lançamento do manifesto, mediado pela jornalista Eleonora de Lucena, contou com a presença de diversos militantes, artistas e acadêmicos.
“Somos um grupo de pessoas que se reuniu diante da situação dramática que vivemos. O próprio país, a ideia de nação está sob ataque. Há uma sanha destruidora em curso em todas as áreas”, introduziu Lucena.
Bresser Pereira explicou alguns pontos do manifesto, ressaltando a distinção entre crescimento e desenvolvimento econômico: “Nós estamos preocupados em fazer a crítica. Precisávamos também apontar um caminho. Existe uma alternativa”, disse. “O país está semi-estagnado desde 1980. Desde 1990, se estabeleceu uma política econômica liberal no Brasil que não promove desenvolvimento - e nem pode promover. Nós queremos um Estado forte. Nós precisamos de juros mais baixos. Por que os juros são elevados? Porque há fortes interesses dos rentistas e financistas”.
“Nos precisamos retomar o desenvolvimento – com justiça social, com proteção do meio ambiente. Isso é possível”, apontou o economista.
Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT, foi um dos que discursou, elogiando a iniciativa: “Eu atribuo a este momento a potencialidade de ser um momento fundador: aqui estão as pistas. O consenso pode ser estabelecido em torno das questões centrais”.
Algumas falas ressaltaram o caráter popular da proposta. Entre elas, a de Fábio Konder Comparato, professor de Direito da USP: “Estamos presenciando um fato da maior importância para o Brasil. Qual o coração de uma nação? O povo. Hoje precisamos assumir um compromisso: quem deve reconstruir o país é o povo”.
Já Celso Amorim, ex-chanceler brasileiro, indicou a necessidade de valorização da cultura para um novo projeto de desenvolvimento. “Soberania não é apenas sobre os recursos naturais, mas também sobre nossa alma”, disse ele, sob aplausos.
Presentes
O evento contou com o apoio do Centro Acadêmico 11 de Agosto, órgão que representa os estudantes da Faculdade de Direito da USP.
Douglas Fernandes, militante do Levante Popular da Juventude – organização que integra a direção da entidade – explicou a razão pela qual abrigaram o evento: “Esse projeto coloca o Estado na dianteira da promoção do desenvolvimento e da soberania, na contramão de tudo que vem sendo feito no último período pelo presidente golpista. Em um momento de crise, é extremamente importante devolver ao Estado o seu papel, pró-ativo social e economicamente, agregando força popular ao seu projeto”.
Cientista político que colaborou com a iniciativa de Bresser, Lucas Dib explicou que este primeiro manifesto enfoca as questões econômicas, e que a expectativa é que o projeto se converta em movimento político, se difundindo pelo país.
“O objetivo principal é reconstruir um projeto nacional. De 1930 a 1980 o Brasil foi o país que mais cresceu no mundo, excetuando o Japão. Se a economia não cresce, não há inclusão social. Ter um projeto nacional significa agregar um grupo majoritário da sociedade civil que tenha consciência de um destino comum e de como alcançá-lo”, afirmou em entrevista ao Brasil de Fato.
Política
Mesmo com enfoque econômico, a situação política do país foi abordada no ato de lançamento.
“Defendemos eleições gerais em outubro de 2017. O país não aguenta até 2018 nesse rumo. Sem legitimidade popular não há como sair da crise. É preciso apresentar ao povo que o Brasil tem jeito. Estamos em outro contexto político e econômico, por isso, precisamos de um novo programa baseado em reformas de base”, defendeu em seu discurso Lindberg Farias, senador pelo PT (RJ).
Um dos presentes na plateia, o jornalista Raimundo Pereira, tocou também na questão: “Para o país tomar um novo rumo, é preciso primeiro resolver o problema político. A solução achada pela direita foi o golpe parlamentar. É preciso um pacto com unidade entre as forças que se opõe a esse golpe, seja as que se opuseram [desde o primeiro momento], seja as que começam a perceber a extensão do estrago da política em curso”.
Como esperado, a greve geral de sexta-feira (28) também foi mencionada. Uma das integrantes da mesa, a economista Leda Paulani, apontou a importância da mobilização: “Um espectro ronda o Brasil. O espectro da Greve Geral. Contra ela se levantam todas as velhas forças que constituem a história de nosso país: a mídia, o grande capital, os interesses estrangeiros. Mas ela é, sem dúvida, a única saída para o povo que deseja preservar sua dignidade”.
O articulador do Manifesto, Bresser Pereira, seguiu na mesma linha, combatendo aqueles que criticam a paralisação.
“Essa greve é uma greve para construir o Brasil”, disse ele ao final de sua fala.
Veja como foi o lançamento: 
Edição: José Eduardo Bernardes

sábado, 12 de novembro de 2016

EMPRESA DO ANO 2016 NO BRASIL SE DESTACA TRAZENDO NOVAS OPORTUNIDADE DE EMPREGO PARA OS BRASILEIROS

Se você está procurando uma oportunidade de ganhar uma renda extra trabalhando nos horários de folga? aQUI ESTÁ A SUA CHANCE DE MUDAR DE VIDA. CADASTRA-SE HOJE MESMO E ENTRE EM CONTATO CONOSCO. NOSSA EQUIPE ESTÁ PRONTA PRA LHE AJUDAR. CLIKC NO LINK E CADASTRE-SE AGORA MESMO: https://vo2.hinode.com.br/cadastro - VEJA ABAIXO COMO OCORREU A PREMIAÇÃO DA HINODE EMPESA DO ANO 2016.

Em sua quarta edição, o Prêmio ABIHPEC – Beleza Brasil 2016, o mais importante do mercado de cosméticos nacionais, acaba de escolher a Hinode como a Empresa do Ano de 2016.

O evento aconteceu na Sala São Paulo, na noite de 31 de outubro de 2016, e as categorias que concorreram ao prêmio foram: Empresas, Produtos e O Perfumista.

Para João Carlos Basílio, idealizador do prêmio e Presidente Executivo da ABIHPEC, “O prêmio incentiva o aprimoramento contínuo da capacidade de inovação do setor, para a fabricação de produtos cada vez mais eficientes, visando a saúde, bem-estar e qualidade de vida do consumidor”.

O Prêmio ABIHPEC – Beleza Brasil 2016 valoriza a indústria brasileira de cosméticos e ter ganho como a Empresa do Ano é um reconhecimento de tudo que temos realizado. Além de ser mais uma conquista em um ano que já entrou para a história de todos nós, com recorde de faturamento, investimentos em produção, merchandising na televisão, eventos inesquecíveis e muito mais.

A categoria na qual concorremos com O Boticário e Natura foi a última da noite e gerou enorme expectativa entre todos os presentes.

O critério escolhido “Hinode: vencendo na crise e inspirando pessoas” é resultado da trajetória da empresa que há 28 anos vem se destacando no mercado como uma das maiores indústrias cosméticas do Brasil, que se caracteriza por meio de um modelo de negócios arrojado, uma gestão forte, uma equipe extremamente focada em resultados e uma cultura empresarial norteada por valores como meritocracia, respeito e paixão pelas pessoas.

Ao final, o Prêmio ABIHPEC – Beleza Brasil 2016 foi coroado com a beleza e alegria da Hinode: a Empresa do Ano de 2016!

UH-UH-AQUI-É-HINODE!

Se você está procurando uma oportunidade de ganhar uma renda extra trabalhando nos horários de folga? aQUI ESTÁ A SUA CHANCE DE MUDAR DE VIDA. CADASTRA-SE HOJE MESMO E ENTRE EM CONTATO CONOSCO. NOSSA EQUIPE ESTÁ PRONTA PRA LHE AJUDAR. CLIKC NO LINK E CADASTRE-SE AGORA MESMO: https://vo2.hinode.com.br/cadastro

terça-feira, 31 de maio de 2016

Profissão Repórter mostra crianças que passam fome e sede nas escolas Escolas públicas do país estão sem merenda e até sem bebedouro.


Edição do dia 23/05/2016
23/05/2016 16h01 - Atualizado em 24/05/2016 13h18
Profissão Repórter mostra crianças que passam fome e sede nas escolas
Escolas públicas do país estão sem merenda e até sem bebedouro.
Profissão Repórter desta quarta-feira (25) começa logo depois do futebol.
A repórter Valéria Almeida acompanhou uma fiscalização dos auditores da Controladoria-Geral da União nas escolas públicas de Boa Vista e dos municípios em torno da capital de Roraima.
Em Cantá, no dia da reportagem, o cardápio oficial mostrava que os alunos deveriam estar almoçando arroz com charque e legumes, mas as crianças estavam comendo mingau, sentadas no chão e cercadas por moscas. Desde novembro do ano passado as escolas da região não recebem arroz.
A CGU detectou a utilização indevida de recursos federais pelo governo de Roraima. Vinte milhões de reais que deveriam ser usados na compra de merenda foram destinados ao pagamento de funcionários públicos locais.
É no município de Barreirinhas, no Maranhão, que fica o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Nas comunidades ao redor do famoso destino turístico, as crianças passam fome e até sede nas escolas.
Na vila de São Raimundo, crianças de quatro a 12 anos estudam em uma sala apertada. Com poucas carteiras, alguns alunos têm que sentar no colo dos colegas. A única garrafa de água que está na escola foi comprada pela professora. "Não temos bebedouro, não temos filtro. Pelo menos um filtro servia. Já pedi e não deram", reclama a professora Silvana Pires.
Segundo o Ministério Público, o valor dos produtos foi superfaturado nos contratos que a prefeitura fechou com os fornecedores de merenda. A maior parte dos alimentos que estavam no contrato não foi entregue.
O plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo foi ocupado por estudantes que exigiam a abertura da CPI da Merenda. Em janeiro, a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo revelaram um esquema de superfaturamento na venda de alimentos para a merenda escolar.
A repórter Eliane Scardovelli acompanhou o protesto dos alunos. O grupo desocupou a Assembleia depois de uma ordem judicial. Na mesma semana, três estudantes voltaram à ALESP. De gabinete em gabinete, eles pediram as assinaturas dos deputados pela abertura da CPI.

Profissão Reporter 24.05.2016